Olá amigos do Mais Fórmula 1! Estamos aqui para mais uma Coluna Di Grassi, que irá começar bem, muito bem. Mas irá acabar mal, muito mal.
A expectativa é de um GP disputado e difícil. É um circuito novo para Di Grassi, que ainda não havia disputado nenhuma corrida nas ruas cingapurianas. Além do traçado relativamente difícil, o calor é outro dos fatores cruciais. Mas o jovem é um dos pilotos que mais se cuidam e se preparam, assim, não haverá dificuldade alguma nessa parte.
Mas vamos ao que interessa, a parte boa…
Podemos considerar que Lucas Di Grassi foi simplesmente fantástico no GP disputado nas ruas noturnas de Cingapura, ou Singapura para alguns. O jovem piloto do carro Virginiano de número 25 largou em 20º, à frente de três carros das novatas e de Felipe Massa.
Largou bem como de costume, manteve um bom ritmo no começo de corrida e conseguiu dar continuidade ao trabalho durante todas as voltas disputadas em Cinga. Lutar diretamente por posições com o carro que tem não é fácil, até mesmo contra as outras novatas, não é uma tarefa difícil, ainda mais em Cingapura.
O brasileiro encerrou a corrida na 15ª posição, duas voltas atrás do vencedor Fernando Alonso. O fato importante é ter concluído a corrida à frente de seu companheiro Timo Glock, além de ter sido o melhor das novatas nesse GP.
Mas agora vem a parte ruim…
No Japão, no autódromo de Suzuka, coisas diferentes aconteceram. Muita chuva no 3º treino-livre, muita chuva mesmo. Pilotos dando entrevistas na boa dentro de seus boxes, sorrindo, tranqüilos; mecânicos da Sauber colocando um barquinho para navegar dentro dos boxes, Lucas Di Grassi e Timo Glock jogando pôker… Sim, jogando pôker.
Sim, mas voltando. Lucas Di Grassi conseguiu classificar-se a frente de seu companheiro Timo Glock e dos carros de GP2 da Hispania. Com esse feito, a expectativa era boa para o GP de Suzuka.
Mas, ao levar o seu carro Virginiano de número 25 para o grid de largada, Lucas Di Grassi perdeu o controle de seu carro de uma forma estranha e acabou batendo na proteção de pneus.
Até agora, não se sabe o que aconteceu. A equipe Virgin tirou o seu da reta e insinua que a culpa foi de Lucas. Bom, só sabemos que foi muito estranho. Acho difícil um piloto cometer um erro tão drástico e infame como o que o levou a parar na proteção de pneus.
O próximo GP será mais uma novidade para o brasileiro. Aliás, para todos. É a estréia do GP da Coréia do Sul, que por sinal, nem está pronto direito. Mas o que importa para o Bernie Ecclestone é o cascalho $$!
Até lá.
Abraços!


